It was that one


Sabes aquela borboleta que pousou no teu ombro e não viste… Sim, essa mesma!
Era ela, foi a “tal”… Foi a que do nada apareceu e por causa de tudo desapareceu… Se foi descuido ou o acaso, não sei não vi porque estava cega momentaneamente 🦋

Por vezes estamos cegos em nossas certezas e apenas vemos aquilo que queremos ver, distraídos nas certezas falsas ludibriadas em mentiras fantasiosas que com o tempo se revelam nocivas.

Mas afinal quem nunca se distraiu, quem nunca esteve cego por opção ou deslumbramento momentâneo?!

O que nos levou a acreditar na possibilidade de tornar algo imperfeito em algo belo?

São cada vez mais as incertezas, são cada vez mais essas que nos preenchem e nos rodeiam, fazendo nos sentir sozinhos neste mundo cada vez mais cruel e vil.

Um mundo que virou uma selva não de animais mas cheio de seres humanos desprezíveis e vulgares…

Eu por vezes, ainda sinto medo mas já não tantas vezes como outrora, não me acomodei, não me rendi mas isolei me, aproveitando cada momento para enxergar melhor, mas o que vi entristeceu me e virei as minhas costas, ao que me pareceu ser impossível, porque não era suposto ser assim.

Gritei sem sair um único som, chorei sem derramar uma única lágrima… A revolta era maior que eu, pois tinha prometido a mim mesma que nunca mais iria acreditar, no entanto sou humana.

Mas sim, por vezes ainda creio que era aquela, aquela que pousou, aquela que queria ser sincera e verdadeira, aquela que ninguém viu, que utilizaram sem dar valor e que um dia, simplesmente fugiu!!

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s