Reason vs peace


De há algum tempo para cá que tenho vindo a preferir ter paz em vez de ter razão.

Houve um tempo em que não me conformava com determinadas situações ou atitudes e argumentava e tentava dialogar, para que tudo se encaixe da melhor forma possível.

Mas será que podemos argumentar com alguém que apenas finge que nos ouve?

Não, obviamente que não! É o mesmo que dialogar com um ignorante que não quer admitir que o é.

A saturação instalou se, como um elefante desconfortável no meio de uma divisão da casa. E deixei ficar o elefante com a sua suposta inteligência e fui me embora.

É o que acontece no estado de saturação como o meu.

E para ter a paz que tanto necessito, substituía pela razão, pois a minha sanidade mental necessita mais de paz do que razão.

Não quer dizer que me convenceram que era eu que estava errada, mas as minhas razões são e sempre serão diferentes e aprendi a ver as coisas de forma mais eficaz, embora mais frias.

E assim se perdem momentos, sonhos e antigos desejos.

Com a minha péssima mania de querer ter a razão, para poder consertar coisas que não têm conserto, a pessoa que cada vez mais se perdia era eu!

Não me sinto muito confortável com determinadas mudanças, principalmente quando estas são negativas ou que acontecem às escondidas… Mas como não está em meu poder, modificar certas coisas, contento me com a paz e abandono a razão!

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