The diary of a madman -Part XI


Todos os que se encontravam ali presentes , estavam completamente aterrorizados , perplexos.

Ninguém tinha uma explicação lógica , cientifica ou de qualquer outro género . A detetive abanava a cabeça e os policias forenses ainda estavam de olhos arregalados.

Tudo isto é uma manipulação de nossos cérebros , efeito de stress ou de choque perante o horrendo cenário que nos encontramos , uma espécie de histeria coletiva ! -Disse a detetive com voz altiva e segura .

O homem estava de joelhos , com os seus olhos poisados no corpo de seu pai , que estava novamente deitado no chão , descoberto , coberto de sangue e o seu rosto continha uma expressão de horror . Tudo aquilo era surreal, não conseguia compreender o que tinha acabado de acontecer, o que estava a acontecer!

Não acreditava em fantasmas , em coisas sobrenaturais , nem mesmo se considerava muito religioso , tinha as suas crenças que funcionavam pela lógica, sem fanatismos ou histerismos , coisas que sempre considerou que estavam associadas de alguma forma , a qualquer género de religião. Receava pessoas assim , pois as suas mentes eram muito fáceis de manipular.

Lembrando se de repente , dos olhos da parede mesmo receando aquilo que poderia ver , levantou a sua cabeça e procurou disciplinar o seu raciocínio de forma a que nada mais , o pudesse distrair , pois mais uma vez pode sentir que estava ali por alguma razão muito forte .

Aqueles olhos fixavam se desta vez apenas numa pessoa presente naquela sala , a detetive!

E sem qualquer género de explicação , a detetive começou a rodopiar , ao mesmo tempo cantarolava uma melodia estranha num idioma incompreensível .

Era notório que aquela mulher não tinha controle nenhum sobre o seu corpo que rodopiava , cada vez com mais força , baloiçando os seus membros superiores e inferiores , pois encontrava se a pairar no ar .

Os policias forenses tinham desmaiado devido a choque , e os seus corpos tinham tombado no chão ficando em posições um pouco estranhas.

O pobre homem segurava a cabeça com ambas as mãos , e começou a gritar com o desespero pois não suportava mais presenciar o quer que fosse, estava novamente á beira de um colapso…

Quando o primeiro grito saiu de sua boca , os olhos que estavam na parede que até aquele preciso momento estavam fixos na detetive, dirigiram se para o lugar onde o pobre homem á beira do desespero se encontrava ….

Ao mesmo tempo ouve se a voz da detetive …

Não te vejo , mas sei que estás ai ! Não tenho medo pois não és portador do segredo !

Após estas palavras , um silencio mortal caiu sobre aquela sala ….

Continua…

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