Tic tac, tic tac.. An inside bomb


Olá caros leitores,

Não pretendo ser compreendida através das minhas palavras , nem ser amada ou odiada pelas mesmas , escrevo sempre com o coração e por vezes é ele que me impede de escrever tudo até ao fim , pois a minha inteligência não me consegue impedir mais !

A verdade é que nós sonhamos uma vida inteira , mas só conseguimos acordar no fim , ou quando perdemos o que afinal tínhamos e não sabíamos. Acontece a quem se julga mais que tudo e que todos , e nunca lhe passa pela cabeça que vai chegar um dia , em que os outros também se cansem de estar sempre a viver e a reviver as mesmas coisas, tal como se fosse algo viral , onde não existe nenhuma vacina que dê imunidade.

Admito , sem explicar as minhas razões , não porque sejam um segredo mas porque não estou aqui para me vitimizar ou para mostrar as minhas fraquezas, mas tenho novamente uma bomba relógio dentro de mim , prestes a rebentar a qualquer momento, e receio que quando chegar o momento de ela rebentar , os danos desta vez serão devastadores . Mas a vida é como é , e a minha não é igual há de ninguém, é minha , e isso significa que só a mim me pertence vive la.

E existem coisas que meti em minha cabeça para tentar controlar esta sensação angustiante de bomba relógio ambulante, e elas são:

1 O passado e o mal que me fizeram não pode ser mudado.

2 As opiniões dos outros não me definem.

3 A vida de cada um é muito diferente da minha.

4 Tudo melhora com o tempo.

5 As criticas negativas que me são dirigidas definem mais a pessoa que as diz , do que a mim mesma .

6 Pensar demasiado só me causa mais tristeza e amargura .

7 A verdadeira felicidade está em mim , e não nos outros.

8 Os sorrisos são contagiosos e eu tenho em minha vida quem me faça sorrir.

9 Parei de exigir dos outros aquilo que só eu me posso dar, assim não me desiludem mais.

Mas manter sempre o meu foco nestes pensamentos positivos , não é fácil e eu tenho as minhas fraquezas, embora hoje em dia já as consiga dominar um pouco melhor, mas tudo é ainda demasiado frágil , e eu consigo ser mais inimiga de mim mesma do que de aqueles que o foram para mim.

E quando oiço novamente , o tic tac , tic tac dentro de mim , aquele som que me é tão familiar , é quando coloco tudo em questão , e duvido de tudo menos de mim mesma, talvez pelas inúmeras vezes que assisti a este filme antes , ou então é como assistir a um ato num circo , onde os palhaços são sempre os mesmos . E mesmo sendo o tempo a decidir quem coloca na minha vida , sou que quem através das atitudes , que ajuda o tempo a decidir quem permanece nela , pois aquele velho medo já não existe mais , e eu estou aos poucos a descobrir o porquê.

E enquanto me vou redescobrindo , vou controlando a minha bomba relógio , pois aprendi algo . Aprendi a ser paciente e a esperar a altura exata para expor os fatos reais , desvalorizando assim as continuas mentiras, porque eu já não as aceito mais!

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