O aconchego 👌


Olá caros leitores,

Hum sabe tão bem, termos um bom aconchego….

Eu adoro aconchegar me às inúmeras almofadas que tenho espalhadas no meu sofá!

Para muitos a definição de aconchego, é ter alguém com quem nos possamos aninhar no sofá, confortávelmente.

Também eu já tive essa definição em tempos, talvez quando eu ainda era uma mulher romântica, sinceramente não sei..

Se houve algum culpado para que eu tenha perdido o romantismo e a necessidade de me aconchegar a alguém?

Claro que sim, e só existiu apenas um único culpado, eu mesma!

Já em criança, eu não brincava aquelas brincadeiras normais que uma menina tem, em que normalmente é sempre colocada uma personagem masculina. Não eu brincava sim, mas estranhamente nunca inseria uma figura masculina nem mesmo para ser o pai das minhas bonecas, que eram as minhas filhas na minha fantasia. E também não eram frequentes essas brincadeiras, eu adorava brincar, fazendo de conta que era uma professora ou uma advogada, sempre muito independente. Depois a partir talvez dos meus 9 anos de idade, comecei a escrever histórias em cadernos, juntamente com desenhos feitos por mim, e recordo me que a personagem feminina era sempre muito independente.

Passei pela fase, como talvez todas as meninas também tenham passado, de desenhar princesas, mas as minhas princesas não eram daquelas que ficavam nos seus castelos à espera de serem salvas não, as minhas princesas eram aquelas que iam para a batalha quando era necessário!

Até há pouco tempo, nunca tinha pensado no significado que as minhas inocentes brincadeiras poderiam ter de importância na composição da minha personalidade, porém quando comecei a ser acompanhada por um psiquiatra, ele ajudou me e muito a compreender e a fazer uma importante leitura dessas minhas brincadeiras infantis!

Fantástico!

Foi sinceramente o que eu pensei, quando finalmente compreendi o que desde sempre esteve enraizado dentro de mim, da minha personalidade.

E senti me muito tontinha, pelas inúmeras vezes que me tinha sentido desamparada e abandonada. Afinal o meu aconchego, o verdadeiro sempre fui eu mesma, sempre fui tão independente que não sentia a necessidade de depender de ninguém. Sinceramente não sei porque mudei este meu raciocínio durante tanto tempo, mas não se pode mudar o que está feito!

Com isto tudo não estou a dizer que estou arrependida de ter constituído família, de me ter casado, não apenas deveria ter feito tudo de outra forma, como já referi várias vezes, nunca deveria ter me esquecido de cuidar de mim mesma também.

Agora que finalmente, já consegui compreender melhor a minha verdade, a minha essência, o meu aconchego tornou se ainda mais fantástico e maravilhoso!

Espero que continuem a acompanhar o meu blog e a minha escrita, obrigado e um grande bem haja a todos vós! 🤗🌹😊

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