Relações, comportamentos e atitudes 🦋


Olá caros leitores,

O verdadeiro significado de submissa é alguém, Leal, honesto e respeitoso.

No entanto, este significado é distorcido, num prazer que eu não entendo muito bem, quem o utiliza da forma como irei descrever ao longo deste post.

Tenho muita dificuldade em conseguir entender pessoas, que se submetam a uma série de situações que impliquem, serem submissas.

Temos que interagir uns com os outros, e quando decidimos partilhar nossas vidas, com outra pessoa, não significa que tenhamos que nos tornar submissas a tudo o que aconteça, há que encontrar um meio termo, que seja correcto e se adapte a ambas as partes!

Hum… Difícil, não é?

Bastante, porque somos todos tão diferentes uns dos outros!

Podemos encontrar interesses em comum, praticar actividades em conjunto, mas haverá sempre diferenças porque é sem dúvida o que nos distingue e nos torna tão únicos.Talvez seja o verdadeiro segredo das relações duradouras, o ponto de equilíbrio, principal e talvez até a sua verdadeira base, o respeito!

Basta, acontecer uma vez que seja, quebrar se o respeito, e nunca mais nada irá ser da mesma forma!

Pessoas que sejam submissas num relacionamento , facilmente irão ser manipuladas. Pessoas assim, irão passar o resto de suas vidas, fazendo todo o tipo de tarefas, porque assim têm que o fazer, não porque assim o desejam.

Poderão, vocês pensar, ok mas concordaram, porém uma coisa é concordar de livre vontade, outra é concordar porque caso não o façam, serão castigadas de alguma forma!

E neste tema, são as mulheres que estão no topo da lista. São elas as vencedoras. Não estou a afirmar que não existam homens submissos, mas a verdade é que se forem analisar as estatísticas do número de vítimas de maus tratos, os números não mentem!

Regra geral e infelizmente, vivemos num clima de sociedades, onde as mulheres são 8 ou 80!

Em certas culturas e sociedades, podemos encontrar mulheres submissas, e noutras podemos encontrar mulheres independentes, mas…

Ah pois este mas…

Uma mulher ser independente, é ótimo, maravilhoso, porém a grande maioria que pertence a este grupo possui características particulares, como a vulgaridade, a decência e desprovidas totalmente de glamour.

Não estejam tão espantados, por ser uma mulher a escrever este texto, porque eu estou apenas a expor a minha opinião, nada mais, não pretendo insultar ninguém, e muito menos julgar as acções dos outros, mas até que alguém me consiga provar que a minha opinião está errada, é esta a realidade que passa diante dos meus olhos!

Tenho conhecimento de várias histórias assim, em que a mulher era submissa e utilizada a belo prazer de seus parceiros, e só perderam com isso, até hoje não conheço nenhuma com um final feliz!

E as histórias que conheço de mulheres independentes, meus caros leitores, são as mulheres mais ardilosas, mais vulgares que alguma vez ouvi falar!

Por isso é que eu escrevi logo no início do meu texto, que tem que haver um consenso e um meio termo para que uma relação possa ser duradoura, mas eu acredito também que para tudo na vida, temos que encontrar um meio termo.

Conhecem a frase, “Não faças aos outros aquilo que não gostarias que te fizessem a ti”?

Pois se ao invés de se utilizarmos tanto esta frase, o praticassemos mais, certamente que tudo funcionaria muito melhor!

Não sou perfeita, nem nada que se pareça, costumo até dizer que tenho mais defeitos, que qualidades, mas se existem coisas que nunca fiz, foi faltar ao respeito, também nunca brinquei com os sentimentos de ninguém, e sou muito sincera e honesta, principalmente no que diz respeito a sentimentos.

Nunca fui submissa a ninguém, e este ano vou fazer 25 anos que estou casada. Houve situações em minha vida, que me levaram ao diálogo da escolha. Essas situações foram originadas em consequência da minha doença, a primeira vez foi quando no ano de 2004, quando tive que ser operada e tirar o útero, por causa de um cancro no colo do útero, e nunca pedi nem obriguei o meu marido a permanecer ao meu lado, tínhamos 28 anos, e eu não poderia voltar a ser mãe. A outra foi quando descobri que a minha doença era crónica e que nunca me iria libertar dela. A última vez foi à quase três anos, quando os médicos decidiram que tinham que me operar, para retirar o baço.

Dei sempre a opção de escolha, e não obriguei ninguém a ser submisso a partilhar o resto de sua vida, com alguém com um problema de saúde sem cura!

Este foi de certa forma,também o meio termo , no meu casamento não por culpa minha, mas pela necessidade mediante uma situação de doença, porque não vejo qualquer tipo de credibilidade nos votos de casamento, quando se diz na saúde e na doença até que a morte nos separe!

São palavras que não foram escritas por nós, e só quando vivemos certas situações, é poderemos mostrar as nossas atitudes, que para mim são muito mais importantes, e possuem mais valor que qualquer palavra!

Por isso afirmo novamente, a importância de encontrarmos um meio termo, um equilíbrio, porque só dessa forma é que poderá haver harmonia!

Espero que continuem a acompanhar o meu blogue e a minha escrita, obrigado e um grande bem haja a todos vós!

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